sábado, 21 de fevereiro de 2009

CONHEÇA A OBRA DE SANTA PAULA E SEUS FRUTOS: LAR SANTA PAULA - SANTA PAULA NA MÍDIA E PROJETO SOCIAL EM ANGOLA

ESSE TRABALHO CHEGOU EM MINHAS MÃOS POR ACASO.
MAS ACASO NÃO EXISTE.
ELE PODE SER UM CHAMADO!!!
SANTA PAULA NA MÍDIA
PROJETO MISSIONÁRIO EM ANGOLA
VAMOS PREPARAR UM VÍDEO PARA PARTILHAR NOSSA AÇÃO SOCIAL?

GALERA DOS SEGUNDOS A e B - Tour crítico ao Museu do Ipiranga

CONHEÇA UM POUCO DE NOSSA HISTÓRIA POR INTERMÉDIO DOS MUSEUS

ATENÇÃO: ALUNOS DO 1A -1B E TERCEIRÃO

ESSES SÃO VÍDEOS SOBRE A GRÉCIA PRODUZIDO PELO HISTORY CHANNEL.
PARA AS TURMAS DO PRIMEIRO ANO SERÁ TEMA DAS PRÓXIMAS AULAS
PARA O TERCEIRÃO - REVISÃO

ESQUEMA GERAL DA AULA SOBRE O MUNDO GREGO - PARTE I

1.GRÉCIA ANTIGA:
· Localização
· Características geográficas e suas influências
· Os povos formadores
· Civilizações cretense e micênica
· Obras de Homero – GUERRA DE TRÓIA

2. PERÍODO HOMÉRICO
· Comunidades gentílicas – características gerais
· As razões da decadência dos Genos
· Os Aristói: A formação da classe dominante em Atenas
· As polis (Cidade-Estado)

3. A PÓLIS DE ATENAS

· Fundada pelos Jônios
· Decadência dos Genos – MONARQUIA – OLIGÁRQUIA (domínio dos arcontes)
· Instituição do Areópago – Conselho dos eupátridas (bem-nascidos – proprietários de terra).
· Empobrecimento de grande parte da população – ESCRAVISMO.
· Aparecimento dos DEMIURGOS (ricos comerciantes- desejavam poder político).
· Grandes tensões sociais: Período das Reformas: DRÁCON E SÓLON.
· Novas tensões sociais geram o PERÍODO DAS TIRANIAS.
· CLÍSTENES – O PAI DA DEMOCRACIA
a)Dividiu a sociedade ateniense em demos
b)Fortaleceu a Eclésia
c)Instituiu a MISTOFORIA E O OSTRACISMO


IMPORTANTE!!!!!!

Os gregos consideravam a democracia um regime político perfeito, na medida em que todo cidadão tinha acesso à Eclésia e, portanto, participava ativamente da tomada de decisões. Entretanto, o conceito de cidadão apresentava uma série de restrições: era assim considerado somente o homem livre e ateniense (nascido em Atenas, filho de pai e mãe atenienses), o que significa que as mulheres, escravos e estrangeiros não participavam do processo político.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

SOCIOLOGIA - TEMA DA AULA 20/02 - A DESIGUALDADE SOCIAL

PROGRAMA DA AULA
1. ASSISTA AOS VÍDEOS INDICADOS E FAÇA ANOTAÇÕES EM SEU CADERNO.
A DESIGUALDADE SOCIAL - VÍDEO I
A DESIGUALDADE SOCIAL - VÍDEO 2
A DESIGUALDADE SOCIAL - VÍDEO 3
2.TEMPO PARA REFLEXÃO SOBRE OS VÍDEOS.
John Williams interpreta Villa-Lobos
3. MOMENTO DE PARTILHA
4. AGORA PENSE NO MÉTODO VER - JULGAR - AGIR E ESCREVA SUAS CONCLUSÕES!
TEXTO DE APOIO:
A DESIGUALDADE SOCIAL
A Desigualdade Social no Brasil

Desde os primórdios do processo de desenvolvimento brasileiro, o crescimento econômico tem gerado condições extremas de desigualdades espaciais e sociais, que se manifestam entre regiões, estados, meio rural e o meio urbano, entre centro e periferia e entre as raças. Essa disparidade econômica se reflete especialmente sobre a qualidade de vida da população: expectativa de vida, mortalidade infantil e analfabetismo, dentre outros aspectos.
Em anos mais recentes, a desigualdade de renda no Brasil pode ser atribuída a fatores estruturais sócio-econômicos, como a elevada concentração da riqueza mobiliária e imobiliária agravada pelo declínio dos salários reais e à persistência dos altos juros. A crise energética do País, anunciada em no mês de maio passado, juntamente com os riscos de contágio da crise Argentina, afetam negativamente o potencial produtivo brasileiro e reduzem a entrada investimentos externos , limitando ainda mais, as chances de geração e de distribuição de emprego e renda no Brasil. A desigualdade se tornou a marca maior da sociedade brasileira.
O relatório 2001 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 162 países, referente a 1988/99 - período em que ocorreram recessões no Brasil, apontou que o País passou da 74a posição no ranking mundial, em 1988, para o 69o lugar. Mesmo assim, o Brasil continuou atrás de seus principais vizinhos sul-americanos: Argentina (34a) e Uruguai (37a). De acordo com o relatório, as mudanças nos indicadores de melhoria de vida da população brasileira não têm mudado de forma significativa, tendendo para a estabilidade. Por exemplo, em 2000, as políticas sociais do País consumiam 23% do orçamento federal, sendo que pouco desse total chegava efetivamente aos mais pobres. O relatório indica que, enquanto 9% da população vive com menos de US$ 1 por dia, 46,7% da renda nacional está concentrada nas mãos de apenas 10% da população. A expectativa de vida do brasileiro permaneceu praticamente inalterada desde o último relatório, indicando a média de 67,2 anos de vida para a população.
Para entender a origem de tais disparidades no Brasil é necessário introduzir uma perspectiva mais ampla, abrangendo o passado histórico, sem desconsiderar as dimensões continentais do país. Podemos começar a explicar isso pelo fator mais evidente: a escravidão, que é o paroxismo da exclusão: o Brasil importou o maior número de escravos da África dentre todas as colônias no Novo Mundo e, como Cuba, foi um dos últimos países a libertá-los (em 1888). Mesmo considerando-se os movimentos ascendentes na escala social - os imigrantes são um exemplo eloqüente disso -, a grande massa não teve condições de impor às elites uma distribuição menos desigual dos ganhos do trabalho. Nem logrou, eficazmente, exigir do Estado o cumprimento de seus objetivos básicos, entre os quais se inclui, na primeira linha, a educação. As seqüelas desse feito representam imenso obstáculo para uma repartição menos iníqua da riqueza e perduram até hoje.
A experiência brasileira é rica em programas e projetos para atenuar as desigualdades regionais e sociais. Mesmo que a maioria delas não tenham obtido os resultados esperados, há exemplos de políticas sociais que estão tendo impacto favorável: o salário mínimo, a aposentadoria rural, a bolsa-escola, a renda mínima e a reforma agrária. No entanto, essas iniciativas não tem sido suficientes para resolver os problemas das desigualdades no Brasil.
BOM FINAL DE SEMANA PARA TODOS!!!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

A DEMOCRACIA GREGA PARTE II

A constituição democrática

Com poderes delegados pelo povo como nomotheta, Clístenes implementou uma profunda reforma política que tinha como objetivo deslocar o poder das mãos dos nobres para as dos demos, palavra que significava não apenas povo, como também os bairros e comunidades habitados.
A antiga divisão política da cidade de Atenas estava baseada nas quatro tribos (filiai) formadoras originais da região, denominadas de guerreiros (Hoples), cultivadores (Geleôn), pastores (Aegicoros) e artesãos (Argadês), todas filhas de um mítico antepassado, Ion (daí vem a palavra jônico, que denomina o povo que habitava Atenas e as regiões vizinhas). Cada uma delas era chefiada por um patriarca, o filobasileus, que mantinha uma relação de domínio sobre seus integrantes, favorecia os membros da nobreza, os quais integravam o sistema das tribos e exerciam sua autoridade baseada na tradição.

Clístenes, em 502 a.C., desativou a divisão por tribos e reestruturou a cidade em uma outra, baseada em 10 demos que estavam distribuídos pelo interior, na cidade e no litoral. Considerava-se cidadão (thetes) qualquer ateniense maior de 18 anos que tivesse prestado serviço militar e que fosse homem livre. Da reforma em diante, os homens da cidade não usariam mais o nome da família, mas, sim, o do demos a que pertenciam. Manifestariam sua fidelidade não mais à família (gens) em que haviam nascido, mas à comunidade (demói) em que viviam, transferindo sua afeição de uma instância menor para uma maior. O objetivo do sistema era a participação de todos nos assuntos públicos, determinando que a representação popular se fizesse não por eleição, mas por sorteio.
A crítica à democracia


Esse foi um dos aspectos da democracia ateniense que mais crítica sofreu por parte dos filósofos, especialmente de Sócrates e Platão. Eles não aceitavam que a nave do estado fosse conduzida aleatoriamente, ao sabor do acaso. Platão afirmava que adotar esse costume era o mesmo que realizar um sorteio entre os marinheiros, num mar escalpelado, para ver qual deles deveria ser o piloto a conduzir o timão para levar o barco a um porto seguro. Parecia-lhe evidente que se exigisse que mesmo as tarefas comuns fossem assumidas por profissionais, hoje diríamos técnicos; o estado só poderia ser dirigido por especialistas, pelos filósofos ou pelo rei-filósofo, como logo abaixo será exposto. O questionamento dele tornou-se, desde então, um tema clássico no debate político sobre quem deve reger o estado, a maioria ou somente os técnicos?
A igualdade


A base da democracia é a igualdade de todos os cidadãos. Igualdade perante a lei (isonomia), e igualdade de poder se pronunciar na assembléia (isagoria), quer dizer, direito à palavra. Essas duas liberdades são os pilares do novo regime, estendidos a ricos e pobres, a nobres e plebeus. O sistema de sorteio evitava, em parte, a formação de uma classe de políticos profissionais que atuassem de uma maneira separada do povo, procurando fazer com que qualquer um se sentisse apto a manejar os assuntos públicos, eliminado-se a alienação política dos indivíduos.
Procurava-se, com o exercício direto da participação, tornar o público coisa privada. Sob o ponto de vista grego, o cidadão que se negasse a participar dos assuntos públicos, em nome da sua privacidade, era moralmente condenado. Criticavam-no por sua apatia ou idiotia. Quem precisava de muros para se proteger era a comunidade, não as casas dos indivíduos.

APOIO PARA O 1A - 1B E 3A - A DEMOCRACIA GREGA TEXTO DE VOLTAIRE SCHILLING PUBLICADO NO TERRA EDUCAÇÃO - PARTE I


OS GREGOS E A DEMOCRACIA
Nenhum povo do mundo antigo contribuiu tanto para a riqueza e a compreensão da Política, no seu sentido mais amplo, como o fizeram os gregos de outrora. Os nomes de Sócrates, Platão e Aristóteles, no campo da teoria, de Péricles e de Demóstenes na arte da oratória, estão presentes em qualquer estudo erudito que se faça a respeito e mesmo nos mais singelos manuais de divulgação.
Entendiam-na - a política - como uma ciência superior, determinante de qualquer organização social e com inquestionáveis reflexos sobre a vida dos indivíduos. Para Aristóteles era a arte de governar a cidade-estado (pólis). Por não conviverem com estados-nacionais, mas sim com organizações menores, as cidades, para os gregos, tornaram-se o objeto da sua maior atenção. Como nenhum outro povo, interessaram-se pela administração da coisa pública,

Envolvendo-se nos intensos e acalorados debates políticos que afetavam a comunidade, manifestando extraordinária consciência sobre a importância e o significado da palavra eleutéria , entendida como liberdade e independência da cidade em relação a qualquer outro poder vindo de fora - num mundo cercado pelo despotismo e pela tirania. A sua contribuição não se confinou somente ao teórico, pois também legaram os grandes discursos de Demóstenes e de Ésquines que imortalizaram a oratória voltada para a ação..
A DEMOCRACIA
"Vivemos sob a forma de governo que não se baseia nas instituições de nossos vizinhos; ao contrário, servimos de modelo a alguns ao invés de imitar os outros. Seu nome, como tudo o que depende não de poucos mas da maioria, é democracia"
Péricles, Oração fúnebre, in Tucidides:A Guerra do Peloponeso, Livro II, 37.
As origens da democracia

Atenas, a mais próspera das cidades-estados da Grécia Ocidental, no decorrer do século IV a.C., estava sendo governada por um regime tirânico. Em 560 a.C. Pisístrato, um líder popular, havia tomado o poder por meio de um astucioso estratagema, tornando-se o homem-forte da pólis. Apesar da ilegalidade da sua ascensão, isso não o impediu de fazer uma administração que muito impulsionou a prosperidade e o bem-estar da capital da Ática. Seus filhos, Hípias e Hiparco, que o sucederam em 527 a. C., não tiveram o talento paterno para manter a fidelidade dos cidadãos. Em 514 a.C., Hiparco foi morto por dois jovens, Armódio e Aristógiton, que passaram a ser venerados como os tiranicidas. Sentindo a perda do prestígio do regime, Hípias fugiu de Atenas, refugiando-se num protetorado persa. A queda da tirania abriu caminho para que os dois partidos tradicionais da cidade, o dos ricos, chefiado por Iságoras, e o dos populares, liderado por Clístenes, passassem a disputar o controle de Atenas. Iságoras, apoiado pelo rei espartano Cleômenes, conseguiu desterrar Clístenes.

Mas o povo se sublevou e conseguiu trazer o líder de volta, dando-lhe plenos poderes para elaborar uma nova constituição. A tirania havia perseguido os partidários da aristocracia, enfraquecendo a nobreza urbana, criando-se assim as condições para a implantação de um regime novo. A monarquia, por sua vez, já fora abolida há muitos séculos e o título de rei (basileus) era mantido apenas por tradição. O regime oligárquico, por seu lado, também sucumbira à tirania de Pisístrato. Abriam-se as portas, depois da expulsão do descendente do tirano, para uma experiência inédita: o regime governado diretamente pelo povo, a democracia.

HISTÓRIA DE SANTA PAULA


Fonte: Canonização de Paula Frassinetti
Uma História dedicada à Educação Cristã
1809 / 1882

Gênova, Itália, 3 de março de 1809. Neste dia nasce Paula Ângela Maria, terceira filha do casal João Batista Frassinetti e Angela Viale. Mais quatro irmãos compõem a família do casal - José, Francisco, João e Rafael. Paula foi batizada na mesma data de seu nascimento, na Igreja de Santo Estevão e sua mãe consagrou-a também à Virgem Maria, no Santuário Della Madonetta.
Aos nove anos de idade, com a morte da mãe, Paula assume parcialmente as funções de dona de casa, juntamente com uma tia.
Educada por seu pai e irmãos, dona de uma inteligência aguçada, enfrentou estudos domiciliares, demonstrando especiais pendores para a Filosofia e a Teologia, diferentemente do que acontecia com as outras meninas de sua época.
Cresceu em um ambiente familiar predominantemente masculino, onde seu pai procurou incutir nos filhos um forte sentido cristão de vida e, provavelmente por isso, os quatro irmãos de Paula seguiram a carreira eclesiástica. O mais velho deles, tornou-se clérigo de renome e fundou a Congregação dos Filhos de Maria Imaculada.
Desde pequena Paula demonstrava uma enorme força de vontade para executar suas tarefas, vencendo sempre a timidez e os obstáculos que surgiam, revelando também um temperamento piedoso e um devotamento exemplar.
Alguns fatos ocorridos ao longo de sua vida distinguem-na do comportamento típico de outras pessoas. Sua coragem em enfrentar as dificuldades pode ser apontada em alguns episódios, um deles, por ocasião de um terremoto em Gênova, quando ainda jovem mostrou-se calma e tranquila, sem se deixar dominar pelo temor e ansiedade de que os outros foram tomados.
Em 1827, José, seu irmão mais velho é ordenado pároco da aldeia de Quinto, situada nas proximidades de Gênova, convida-a para ir residir em sua companhia, pois o ar da praia lhe faria bem à saúde, então abalada.
Junto ao irmão , Paula apressa-se em fundar uma escola paroquial para crianças pobres, onde, além de alfabetizá-las, ensinava costura e bordado desenvolvendo também ali, uma ação fecunda de apostolado, conseguindo, com seu exemplo, reunir um grupo de seguidoras para auxiliá-la em seu trabalho, das quais a mais fiel delas, que acompanhou-a pelo resto da vida, chamava-se Mariana Danero.
Com este pequeno grupo Paula fundou uma comunidade religiosa que, a princípio, adotou a denominação de Filhas da Santa Fé, em 12 de agosto de 1834, dia de Santa Clara.
Chegando em visita a Gênova o Conde de Passi, sacerdote que vinha criando na Itália comunidades apostólicas denominadas de Santa Dorotéia, encontrou na congregação recém-fundada em Quinto as religiosas ideais para executar os trabalhos de sua instituição. Paula Frassinetti reconhece convite do Conde de Passi como um desígnio divino e, a partir de então, o antigo Instituto das Filhas da Santa Fé passa a usar a denominação de Irmãs de Santa Dorotéia.
Não obstante os trabalhos que realizava, a comunidade de Paula Frassinetti vivia em estado de extrema pobreza e austeridade e por exigência do Sr. João Batista Frassinetti, que não concordava com a dureza da vida que sua filha levava, foram temporariamente suspensas as atividades das Irmãs de Santa Dorotéa, para serem, logo depois, retomadas.
Sucessivamente foram abertos novos colégios pelas religiosas. Primeiro em Gênova, depois em Roma, sendo que o de Santo Onofre, instituído em 1844, em Roma, foi mais tarde escolhido para Casa Geral do Instituto.
Inspirada nas Regras de Santo Inácio, fundador da Companhia de Jesus, Paula Frassinetti elaborou, ela mesma, os Estatutos das Irmãs de Santa Dorotéa, à semelhança das religiosas francesas do Sagrado Coração.
Estabelecida em Roma, com seu Instituto de Santa Dorotéia, Madre Paula Frassinetti foi recebida pela primeira vez pelo Papa Gregório XVI, por quem foi abençoada, recebendo novo estímulo para sua obra.
Com esta audiência papal inicia-se uma convivência estreita da Madre Paula Frassinetti com os Santos Padres. A partir de Gregório XVI, passando por Pio IX até Leão XIII ela foi, sempre, agraciada com uma paternal benevolência da parte dos Pontífices. Por várias vezes estes visitaram as casas de seu Instituto, além de enviarem delicados presentes ou até mesmo guloseimas do Vaticano, para as religiosas e suas alunas.
Em 1848 tem início um período de extrema convulsão social na Itália, com revolução, guerra civil, invasão pelo exército francês e proclamação da República Italiana, prolongando-se essa instabilidade política, especialmente para os católicos, com a Lei da Supressão das Ordens e Congregações Religiosas e com a perseguição maçônica ao pessoal da Igreja.
Neste período Paula Frassinetti enfrenta com firmeza grandes desafios, desde intensos bombardeios, a dispersão de algumas de suas casas, até infâmias e calúnias contra seu Instituto.
Ao longo de sua vida, em várias circunstâncias, revelou-se a têmpera vigorosa, a firmeza de caráter de Paula Frassinetti, bem como sua confiança e prestígio junto de Deus: em 1835, quando a cólera grassava, de forma devastadora e mortal na Itália, Paula e suas compahneiras põem-se a serviço dos doentes e nenhuma das Religiosas ou alunas foi atingida pelo mal. Em 1839, na casa das Irmãs, em Rivarolo, uma tempestade desafia a solicitude de Madre Paula e ela parte em socorro das companheiras em meio ao terrivel temporal. O condutor da carruagem ao ver um dique romper-se às suas costas, após sua passagem, teve a certeza de que conduzia uma santa. Em viagens marítimas de grande risco, as Dorotéias, seu irmão João, sentiram-se alvo de especialíssima proteção dos céus. em 1848, em meio ao intenso tiroteio, no Gianícolo, nas proximidades do Vaticano, seu colégio não foi minimamente atingido. Fatos como esses contribuiram para aumentar a confiança dos que se comprometiam com os ideais apostólicos de Paula.
Muito cedo a força de sua ação evangelizadora é reconhecida, difundindo-se e espalhando-se com a fundação de novas casas na Itália. Logo, porém, esse vigor de seu trabalho, ultrapassa seus limites originais e, em 1866, chega ao Brasil e logo depois a Portugal. Daí por diante a expansão do Instituto das Irmãs de Santa Dorotéia expande-se, incessantemente, ao redor do mundo, atingindo todos os continentes.
No dia 11 de junho de 1882, aos 73 anos, Paula Frassinetti morre em Roma, sendo enterrada no cemitério de São Lourenço.
Em 1903 realiza-se a exumação do cadáver da Madre Paula Frassinetti para o procedimento usual com os ossos e transferência dos restos mortais para Santo Onofre, mas seu corpo é encontrado em perfeito estado. Três anos depois é reaberta sua urna funerária, e o seu corpo está novamente incorruptível. O Vaticano exige provas materiais desse fato e submete o cadáver a testes e ensaios químicos, inclusive submergindo-o em ácido, sem obter, com isso, qualquer modificação em seu aspecto. Em 1906 o corpo intato da Madre fundadora das Irmãs de Santa Dorotéia é transferido para a Capela da Casa Geral de Santo Onofre em Roma, onde está exposto desde então em urna de cristal, doada pelas alunas brasileiras, para visitação pública.
É muito farta a documentação que se reuniu para comprovar os vários milagres obtidos pela intercessão da Madre Paula Frassinetti. Segue-se, a partir de 1891, um processo junto ao Vaticano, para reconhecimento de sua santidade. Em 8 de junho de 1930, Paula Frassinetti é beatificada pelo Papa Pio XI e, finalmente, no dia 11 de março de 1984, é canonizada pelo Papa João Paulo II, recebendo direito às glórias dos altares que a Providência Divina lhe havia reservado.

RESUMO - CONSEQÜENCIAS DAS INVASÕES NAPOLEÔNICAS - A FUGA DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA PARA O BRASIL



A VINDA DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA PARA O BRASIL

A transferência da corte portuguesa para o Brasil foi ocasionada por uma série de eventos e conflitos europeus: o expansionismo da França, deflagrado por Napoleão Bonaparte, chegava a alcançar o território de Portugal. Os conflitos entre a França e a Inglaterra, por outro lado, levaram Napoleão a impor o bloqueio continental: a Inglaterra, desta forma, estaria impedida de comerciar nas costas européias. A Espanha foi facilmente dominada sob esta tática, já que tratava-se de uma aliada da França, e inclusive o irmão de Napoleão veio a ser o rei da Espanha, entronado pelo próprio estadista francês. No caso de Portugal, importante ponto estratégico do comércio do mediterrâneo, passando por uma grave crise sob o reinado do indolente D. João VI, houve declarada influência inglesa na fuga da família real para o Brasil. Tal fato seria vantajoso para a Inglaterra, pois com os portos europeus fechados para os ingleses, estes teriam por outro lado o privilégio de obter a costa brasileira à sua disposição para o comércio.Não houve grandes planos por parte da corte portuguesa com relação à sua vinda ao Brasil: as tropas de Napoleão já iam invadindo Portugal enquanto a corte já embarcava às pressas. Além da ameaça francesa, havia também a ameaça do próprio povo português, que ia sendo deixado à sua própria sorte pela corte portuguesa. Portugal, desta forma, foi facilmente invadido, com as tropas francesas esfaimadas e exaustas, entrando no país com uma vanguarda do exército de apenas 14 homens.A corte chegou ao Brasil no ano de 1808, aportando inicialmente na Bahia. Dois meses depois, a corte se estabelece no Rio de Janeiro. Para o Brasil, também houve vantagem na transferência da corte portuguesa: a partir do estabelecimento desta corte em território nacional, uma série de medidas veio a implementar a economia local. Houve a partir daí a permissão para o funcionamento de manufaturas nacionais, embora estas enfrentariam a concorrência dos produtos ingleses, a partir da abertura dos portos brasileiros "às nações amigas", ou seja, à Inglaterra.Assim inicia-se a fase imperial no Brasil, no ano de 1815, tendo D. João VI proclamado o Brasil como Reino Unido. A maior autonomia brasileira veio a acelerar o processo da independência do Brasil, tratando-se de um caso bastante singular na América Latina: a independência do Brasil fora proclamada pelo próprio regente, D. Pedro I, e não através da luta do povo local. D. João volta a Portugal no ano de 1821, tendo realizado uma série de medidas como a contensão do expansionismo francês na América Latina (através do ataque à Guiana Francesa, em 1809) e tendo sido responsável pela elevação de seu filho à regência.

ATIVIDADES 2C

01) Estabeleça uma relação entre o periodo napoleônico e as idéias liberais e conservadoras existentes na Europa no início do Século XIX.
grupo para postar: 1,2,3,4, e 5

02) Como o grupo analisa a posição de Napoleão Bonaparte frente a reação inglesa?
grupo para postar 6,7,8,9,10

03) Escreva as conclusões do grupo sobre o Periodo Napoleônico.
grupo 11,12,13,14 e 15.

As respostas deverão ser enviadas até 24/02 para o email professorpaulao@terra.com.br

NAPOLEÃO BONAPARTE


Napoleão Bonaparte nasceu na Córsega e rapidamente se promoveu na carreira militar, aproveitando-se de momentos conturbados na França, provocados pelos movimentos revolucionários e pelas ameaças externas. Na campanha da Itália e do Egito, Napoleão conquistou suas primeiras vitórias, demonstrando sua inteligência e estratégia. Com o golpe de 18 de Brumário, a burguesia consolidou seus ideais colocando Napoleão Bonaparte no poder como cônsul. Napoleão e o Consulado (1799-1804) Nesse período, Napoleão promoveu várias reformas na França, no sentido de provocar um maior crescimento econômico e social. Assim, o mesmo criou o Banco da França, instalando uma nova unidade monetária: o Franco (1800); reatou as relações com a Igreja; incentivou o desenvolvimento da produção agrícola e da indústria nacional; além de intensificar grandemente a melhoria na educação. Outro feito marcante de Napoleão nesse período foi o Código Civil Napoleônico, o qual assegurava as conquistas da burguesia: igualdade do indivíduo perante a Lei, direito de propriedade e proibição de greves e sindicatos. Em 1804, Napoleão se tornou cônsul vitalício. Alguns meses depois, fez um plebiscito e tornou-se imperador. Napoleão e o Império (1804 – 1815) No auge de seu poder, Napoleão venceu várias coligações de países europeus, entretanto, não foi capaz de vencer a marinha inglesa. Visto que ele não tinha chances contra a poderosa marinha, procurou dominar a Inglaterra através do Bloqueio Continental. Esse Bloqueio estipulava que nenhum país poderia comercializar com a Inglaterra, sob o risco de serem invadidos pela França. O objetivo claro do Bloqueio Continental era isolar a Inglaterra economicamente, no entanto, algumas nações continuaram a comercializar com os ingleses, fato que desencadeou alguns conflitos. Segundo o Tratado de Tilsit (1807), a Rússia aceitaria o embargo econômico sobre a Inglaterra, porém, posteriormente voltou a comercializar com a mesma, ocasionando a invasão de Napoleão e seus 600.000 homens. Toda a estratégia e inteligência de Napoleão não foi páreo contra o rigoroso inverno russo. O exército francês não estava acostumado com uma guerra longa, muito menos sob aquelas condições, fato que provocou a primeira grande derrota do imperador francês. Devido à crise econômica e após sua derrota na guerra contra a Rússia, Napoleão assinou o Tratado de Fontainebleau, onde renunciou os seus direitos ao trono francês e foi para a Ilha de Elba, recebendo dois milhões de francos anuais. Governo dos 100 dias (1815) Insatisfeito com suas condições na Ilha de Elba, Napoleão voltou, reconquistou o poder e enfrentou a 7ª coligação, liderada pela Inglaterra e pelo Duque de Wellington. Na famosa Batalha de Waterloo, onde marca o fim da Era Napoleônica, Napoleão foi feito prisioneiro de guerra pelos ingleses e mandado para a Ilha de Santa Helena. Napoleão Bonaparte morreu no dia 5 de maio de 1821, e até hoje não se sabe exatamente o motivo de sua morte. Entre as hipóteses, a mais aceita é a de que Napoleão tenha sido vítima de um envenenamento com arsênio, usado antigamente como veneno até então indetectável, se aplicado em longo prazo.

LER - UM HÁBITO NECESSÁRIO


Leitura: quem começa não para mais

Há muitos anos o jornal Mundo Jovem divulga o bordão “Ler é uma atitude inteligente”, uma ideia que se confirma nesta entrevista.


Elisabeth D’angelo Serra, fala da leitura como companhia na formação e como instrumento de acesso à cidadania, mesmo em tempos de novas tecnologias e advento da internet.


A leitura começa em casa A família é decisiva para incentivar a leitura. Além do exercício intelectual partilhado, a leitura entre pais, filhos, irmãos, tios e avós agrega o componente afetivo de maneira muito forte, fortalecendo o ato de ler. Ler junto é dar afeto também. Nas famílias com poder aquisitivo para comprar livros e que já estejam motivadas para ler com seus filhos e conversar com eles sobre os livros, essa tarefa é mais fácil. Eles sabem o quanto esse ato é importante para a educação dos filhos e para fortalecer os laços de amizade na família. Difícil é para as famílias mais pobres que não podem comprar livros e que muitas vezes não são elas mesmas leitoras. Nesses casos, temos conhecimento de ocorrências no sentido inverso que são emocionantes. Os filhos de pais analfabetos levam a leitura para seus pais que, orgulhosos e curiosos, partilham o ato de ler como um bem precioso. Mesmo sem serem leitores, eles sabem que isso vai proporcionar uma vida melhor do que a que tiveram para seus filhos. O analfabeto percebe, melhor do que ninguém, o que é estar alijado do mundo à sua volta por não saber ler e interpretar com independência. Por isso, ele quer para seus filhos a condição de letrados. É obrigação de todos nós, que temos o privilégio de sermos leitores, enfrentar os entraves criados por uma sociedade brasileira elitista e conservadora para que todos tenham a oportunidade de trilhar o caminho da leitura e decidir, por eles mesmos, se querem continuar nele ou não. Essa é uma decisão pessoal de cada um desde que as condições sejam dadas e garantidas pelos governos com bibliotecas escolares, públicas e professores e bibliotecários formadores de leitores.

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2009 - TEMA: Fraternidade e Segurança Pública


CLICK NO LINK ABAIXO E CONHEÇA A CAMPANHA DA FRATERNIDADE DE 2009

LEMA: A paz é fruto da justiça




HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE





ASSISTA AO SPOT CRIADO PARA A TV PELA CNBB


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

FIQUE DE OLHO!! DURANTE O FINAL DE SEMANA SERÃO POSTADOS TEXTOS E ATIVIDADES.

O JOVEM E AS EXIGÊNCIAS DO SÉCULO XXI

Um ser humano autônomo e solidário – eis o ideal de ser humano deste milênio. Esse ideal representa e retrata as novas tendências do mundo em todas as áreas, inclusive no mercado de trabalho. O surgimento de uma cultura planetária de natureza massiva e caráter pluralista se aproxima. Para sobreviver nos novos tempos é preciso atender a essas exigências, o que implica numa nova postura perante si mesmo, o outro e a realidade. Num projeto de desenvolvimento pessoal e social, tendo como objetivo geral a construção da cidadania, é preciso definir que homem/mulher e que sociedade queremos formar. Dentro da visão do ser humano autônomo e solidário, algumas atitudes e características devem ser desenvolvidas para que essas qualidades possam ser atingidas. Os Códigos da Modernidade, apresentados a seguir, enumeram as competências que serão necessárias para que as pessoas possam enfrentar mais adequadamente os desafios do milênio.Códigos da modernidade• Domínio da leitura e da escrita: Para se viver e trabalhar na sociedade altamente urbanizada e tecnificada do século XXI, será necessário um domínio cada vez maior da leitura e da escrita. As crianças, adolescentes e jovens terão de saber comunicar-se usando palavras, números e imagens. Saber ler e escrever já não é um simples problema de alfabetização, é um autêntico problema de sobrevivência.
• Capacidade de fazer cálculos e de resolver problemas: Na vida diária e no trabalho, é fundamental saber calcular e resolver problemas. Calcular é fazer contas. Resolver problemas é tomar decisões fundamentadas, em todos os domínios da existência humana. Na vida social, é necessário dar solução positiva aos problemas e às crises. Uma solução é positiva quando produz o bem comum.
• Capacidade de analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos e situações: Na sociedade moderna, é fundamental a capacidade de descrever, analisar e comparar fatos e situações. Não é possível participar ativamente da vida da sociedade global, se não somos capazes de manejar símbolos, signos, dados, códigos e outras formas de expressão lingüística, buscando causas e possíveis conseqüências, colocando o fato no curso dos acontecimentos, dentro da história.
• Capacidade de compreender e atuar em seu entorno social: Compreender o entorno social é saber explicar acontecimentos do ambiente onde estamos inseridos. Atuar como cidadão é ser capaz de buscar respostas, de solucionar problemas, de operar, alterar e modificar o entorno. Significa ser sujeito da história.
• Receber criticamente os meios de comunicação: Um receptor crítico dos meios de comunicação é alguém que não se deixa manipular como pessoa, como consumidor, como cidadão. Os meios de comunicação produzem e reproduzem novos saberes, éticas e estilos de vida. Ignorá-los é viver de costas para o espírito do nosso tempo.
• Capacidade para localizar, acessar e usar melhor a informação acumulada: Num futuro bem próximo, será impossível ingressar no mercado de trabalho sem saber localizar dados, pessoas, experiências e, principalmente, sem saber como usar essa informação para resolver problemas. Será necessário consultar rotineiramente – muitas vezes pela internet – bibliotecas, hemerotecas, videotecas, centros de informação e documentação, museus, publicações especializadas etc.
• Capacidade de planejar, trabalhar e decidir em grupo: Saber associar-se, trabalhar e produzir em equipe são capacidades estratégicas para a produtividade e fundamentais para a democracia. Essas capacidade se formam cotidianamente através de um modelo de ensino-aprendizagem autônomo e cooperativo, em que o professor é um orientador e um motivador para a aprendizagem.
FONTE: MUNDO JOVEM

NÃO SE PODE DESTRUIR UM SONHO!!! ELE FAZ PARTE DA OBRA DE DEUS.


INFELIZMENTE UMA ATITUDE INSANA DESTRUIU TODO O TRABALHO ANTERIOR. NÃO SOU EU E NEM O COLÉGIO QUE IRÁ JULGAR A ATITUDE. ESSE PROJETO FAZ PARTE DE UM PROJETO MAIOR E QUE TEM COMO GUIA A LUZ DIVINA. E PARA RECOMEÇAR É SÓ DAR O PRIMEIRO PASSO. E ESSE SERÁ DADO COM A MESMA INTENSIDADE.
ALUNOS E ALUNAS: ESSE É UM ESPAÇO CRIADO PARA VOCÊS.
UTILIZE DE MODO CONSCIENTE OK.


PROF. PAULÃO